E estão mesmo organizando uma nova “Marcha da Família com Deus e pela Liberdade”. Só espero que os organizadores, e participantes, entendam que muitas famílias ainda sofrem com os desparecimentos políticos da época da ditadura, que Deus (independente da religião ou ausência da mesma) não deve pregar a tortura e o assassinato como formas de manutenção de poder e que liberdade não se faz com censura.
