O momento político de Petrópolis realmente é complicado. Fica clara a briga entre um governo que se articula muito bem quando se trata de governabilidade, e se porta muito mal na hora de construir políticas públicas de verdade.
Em contrapartida, surge uma "oposição" preocupada em bater de qualquer modo em qualquer coisa para forçar um diálogo de composição (ou seja, cargos).
Porém, enquanto cidadão, militante e presidente de partido, me comprometo a não entrar nessa briga mesquinha politiqueira, independente de qualquer pressão. Já que temos construído uma nova forma de se fazer política na cidade, com o PT nas ruas, debatendo políticas públicas, propondo projetos de lei, se posicionando nas questões de interesse da população e dialogando com todos os setores da sociedade.
Me coloco, confiante na fidelidade dos que confiam em mim, que não perderemos o foco em fazer dessa cidade o que ela merece: ser referência de qualidade de vida para o mundo. Logo, não tropeçaremos nas disputas daqueles, que movidos por seu fisiologismo, transformam a vida dos petropolitanos em um palco de manipulações.
E, aproveitando o momento de agitação política, me ponho ao lado dos trabalhadores rodoviários, que lutam legitimamente por melhores salários e condições de trabalho. Mas critico aqueles que tentam se apropriar de um movimento de classe e de massa, buscando retorno nas próximas eleições.
Trabalhadores no poder, sempre. Aproveitadores fora, agora!
Em contrapartida, surge uma "oposição" preocupada em bater de qualquer modo em qualquer coisa para forçar um diálogo de composição (ou seja, cargos).
Porém, enquanto cidadão, militante e presidente de partido, me comprometo a não entrar nessa briga mesquinha politiqueira, independente de qualquer pressão. Já que temos construído uma nova forma de se fazer política na cidade, com o PT nas ruas, debatendo políticas públicas, propondo projetos de lei, se posicionando nas questões de interesse da população e dialogando com todos os setores da sociedade.
Me coloco, confiante na fidelidade dos que confiam em mim, que não perderemos o foco em fazer dessa cidade o que ela merece: ser referência de qualidade de vida para o mundo. Logo, não tropeçaremos nas disputas daqueles, que movidos por seu fisiologismo, transformam a vida dos petropolitanos em um palco de manipulações.
E, aproveitando o momento de agitação política, me ponho ao lado dos trabalhadores rodoviários, que lutam legitimamente por melhores salários e condições de trabalho. Mas critico aqueles que tentam se apropriar de um movimento de classe e de massa, buscando retorno nas próximas eleições.
Trabalhadores no poder, sempre. Aproveitadores fora, agora!