O marketing do assistencialismo social, vide Criança Esperança, é mais danosos do que parece. Não só camufla as práticas absurdas, as péssimas condições de trabalho e a exploração de grandes empresas e bancos. Mas também cativa no povo um complexo de inferioridade, onde direitos como saúde, educação, esporte e cultura, se tornam favores de patrões e não garantia de cidadania. Com ar de superioridade dizem fazer o trabalho que os governos não fazem, mas se contentam com projetos pilotos que nunca se expandem, usando o dinheiro do próprio governo através de convênios e leis frouxas. Precisamos romper com essa lógica, marketing não é assistência social e investimento privado não é cidadania.