O câncer da terceirização só se alastra pela administração pública de Petrópolis. Além da manutenção do SEHAC na direção do Hospital Alcides Carneiro, da aprovação, no meio do ano passado, da lei municipal que regulamenta a gestão dos serviços públicos por meio das Organizações Sociais (OS), e das dezenas de convênios baseados em indicações políticas, agora temos que engolir a subconcessão dos estacionamentos rotativos da cidade.
A argumentação utilizada para as terceirizações (inoperância e prejuízo financeiro) por si só já demonstram a incapacidade de gestão por parte do governo municipal. Assim, além do enfraquecimento do poder público e de seus servidores, e da tática política de desresponsabilização, pois agora a culpa não é de quem venceu a eleição mas sim de quem presta o serviço, estão fatiando o erário público em benefício de poucos.
Não podemos mais aceitar que o governo gaste mais pagando alguém para realizar o que é de sua obrigação, cobrando a fatura do povo. Em Petrópolis, temos milhares de empreendedores e empresários honestos, com capacidade de prestar bons serviços em áreas menores, agora, quem monta cartel (vide a situação das empresas de ônibus na cidade) e engole os recursos que deveriam ser investidos na melhoria de vida de milhares, não é empresário, é bandido!
No mais, se serviço público, de grande escala, terceirizado, funcionasse ninguém reclamaria dos Ônibus, da Ampla, da Águas do Imperador, da OI...
A argumentação utilizada para as terceirizações (inoperância e prejuízo financeiro) por si só já demonstram a incapacidade de gestão por parte do governo municipal. Assim, além do enfraquecimento do poder público e de seus servidores, e da tática política de desresponsabilização, pois agora a culpa não é de quem venceu a eleição mas sim de quem presta o serviço, estão fatiando o erário público em benefício de poucos.
Não podemos mais aceitar que o governo gaste mais pagando alguém para realizar o que é de sua obrigação, cobrando a fatura do povo. Em Petrópolis, temos milhares de empreendedores e empresários honestos, com capacidade de prestar bons serviços em áreas menores, agora, quem monta cartel (vide a situação das empresas de ônibus na cidade) e engole os recursos que deveriam ser investidos na melhoria de vida de milhares, não é empresário, é bandido!
No mais, se serviço público, de grande escala, terceirizado, funcionasse ninguém reclamaria dos Ônibus, da Ampla, da Águas do Imperador, da OI...