Diálogo e transparência são obrigações de qualquer um que escolhe a vida pública. Defendo que mandatários sejam obrigados, por lei, a prestarem contas de seus mandatos, através de audiências públicas trimestrais e itinerantes.
Outros mecanismos também precisam ser garantidos, como o orçamento participativo, a atualização rotineira dos portais de transparência e a mensuração dos serviços públicos, por parte da população, através de índices de qualidade.
Só com o verdadeiro controle social teremos uma administração pública livre da corrupção e da má gestão. Por isto, tenho exposto meu trabalho e ideias nas ruas, com a entrega de informativos, atos e reuniões públicas, na TV, através do Programa Falando Sério e me mantendo ativo nas redes sociais.
Já tive a oportunidade de atuar como conselheiro em 6 conselhos municipais e no Conselho Estadual da Juventude e, por isto, tenho a certeza de que, assim como nos países mais desenvolvidos, só a democracia participativa, sem privilégios, garante políticas públicas transformadoras.