18 de dezembro de 2016

EM DEFESA DE PETRÓPOLIS


O prefeito eleito de Petrópolis, Bernardo Rossi, ainda não indicou o seu secretariado. Demonstrando que o arremedo de partidos e acordos durante a eleição foi tão grande que, após a vitória nas urnas, fica difícil conciliar tantos interesses.

Interesses que vão dos mais de 17 partidos coligados, 15 vereadores eleitos, cerca de duzentos candidatos a vereador que o apoiaram, milhares de cabos eleitorais e centenas de desempregados das prefeituras do Rio, Três Rios e Nova Iguaçu (por onde o PMDB não mandará mais). Além, é claro, das faturas pessoais da família Picciani e outros chefes do partido no estado que sempre financiaram campanhas por aqui.

Para piorar, também podemos perceber, que a falta de propostas do PMDB - evidente durante toda a campanha - se desdobrará em um governo que não terá capacidade de propor as políticas públicas necessárias perante tantos problemas existentes.

O governo de transição se pauta apenas na "herança maldita" deixada pelo governo irresponsável de Rubens Bomtempo. Mas não aponta caminhos, muito menos dá segurança ao petropolitano, já que nem o secretariado se sabe qual é.

Este momento de transição deveria ser pautado no diagnóstico, no planejamento, no diálogo e na apresentação de perspectivas. Não serão acordos políticos e a desculpa dos erros do governo passado que retomarão o desenvolvimento em Petrópolis.

Perante tudo isto, após reunir minha equipe, ouvir diversos segmentos sociais, companheiros e companheiras partidários, anuncio que construiremos um governo paralelo, amplo e democrático. Buscando acompanhar de perto os passos futuros da Prefeitura de Petrópolis: propondo, fiscalizando e denunciando.

Apresentaremos projetos, relatórios, iniciativas e ações de transparência. Convidaremos todos os setores e organizações progressistas para este movimento em defesa de Petrópolis. Estaremos nos bairros e nas ruas, trabalhando!