A pilhagem feita pelos governos do PMDB no estado do Rio de Janeiro já atinge símbolos do povo fluminense. Sofre a UERJ, sofre o Maracanã, junto aos milhares de servidores perseguidos e milhões de pessoas que dependem dos já enfraquecidos programas sociais.
O sucateamento e o seguinte desmonte são acompanhados de propostas corruptas de privatizações e terceirizações (nada diferente de Temer). Afinal, como pagar a conta das campanhas milionárias realizadas por todo o estado no ano passado? Que envolveram candidatos e aliados dos pmdebistas.
A defesa de nossas instituições públicas, seus serviços e funções é a única forma de luta contra este cartel formado por políticos, empresários, juízes e lobistas que enriquecem com os problemas do povo.
Estudantes, servidores, militantes e líderes religiosos possuem uma grande responsabilidade: a de não se fazer esquecer. Na conversas de esquina, nos pontos do ônibus, nas filas dos hospitais, na mesa do bar e no papo com o vizinho.
O momento está dado e os impactos atingirão gerações e gerações futuras. Se calar é concordar!