Precisamos de uma nova participação política. Sem hipocrisia e falsa militância.
Com a Internet a informação é reproduzida de maneira mais rápida. O que antes demorava horas para chegar no ouvido e na boca do povo agora demora minutos. Coisa muito boa, para quem consegue discernir, e não se transforma em um mero reprodutor de qualquer ideia mais ou menos que aparece. Estes reprodutores, ou melhor, "compradores de causa" entram em ação e nos fuzilam com curtições e compartilhamentos fúteis diariamente. Algo que ocorre com frequência principalmente nos assuntos relacionados a política. Já que qualquer que seja a imagem, o texto, a frase ou o vídeo que cite "protesto", "corrupção", "políticos", etc, vira sensação nas redes sociais.
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| Nem tudo é o que parece. |
Falando de novo em retidão e conduta, vale lembrar também que o preconceito é pai dos piores acontecimentos da história do mundo. Milhões de pessoas morreram pela intolerância e milhões sofrem com a discriminação, tudo fruto do preconceito. Preconceito aquele que gosta de generalizar: "Todo músico é encostado.", "Todo árabe é terrorista", "Político é tudo ladrão.", etc. Tudo isto sem base alguma, já que para alguém dizer que todo político é ladrão este alguém precisa conhecer todos os políticos do mundo, do contrário ele não pode generalizar. E nessa onda, na ideia de se tornar uma pessoa que participa da política, pois entende tudo o que compartilha no Facebook, estes "compradores de causa" generalizam perdem suas condutas e se tornam cidadãos corruptos.
Quem não cria sua opinião por discernimento próprio vira massa de manobra. Segue qualquer um ou qualquer coisa e, em meio as suas curtições e compartilhamentos, o maior problema da política contínua: Falta de participação. Pois é ela que dá liberdade aos mal intencionados em tomar conta de tudo e nos fazer de bobos. Proteste, participe, lute, grite, mas saiba pelo o que. A nova cultura política é construída diariamente, na base do respeito, da conduta cidadã e da retidão com os seus ideais. E isso eu falo por experiência própria...
