27 de janeiro de 2013

Sobre a praga da pseudo-revolução


1. Esse movimento apolítico pseudo-revolucionário já está me dando nojo. A nova agora é que quando alguém é eleito perde a humanidade e só pensa em interesses mesquinhos. Dilma antes de presidenta é mulher, mãe e ser humana. Porque ela não pode se emocionar, chorar ou se abater com tragédias?

Contradição é o que não falta
2. Alguns desses falsos revolucionárias já parou para pensar que existem verdadeiros revolucionários que decidiram militar na política por realmente se importarem? Já perceberam que na democracia os mais importantes cargos políticos são escolhidos através de eleições? Logo querer voto pode não ser algo mesquinho e sim um caminho para ter a chance de mudar o que está errado. Nisso não pensaram né?

3. Não comparem tragédias, uma coisa não tem nada haver com a outra. Se alguém acha que o governo federal foi omisso na tragédia em nossa Região Serrana está mal informado. E para se informar melhor pode perguntar ao governador sobre a burocracia excessiva quanto ao repasse aos municípios da verba federal. Ou melhor ainda, pode perguntar aos prefeitos acusados de desvio desta mesma verba. E se o problema foi a presença física da presidenta procurem saber sobre uma visita feita, além de reconhecimentos sobrevoando a área.