29 de outubro de 2014

Ao lado de Dilma e do povo

Em 2009 fui membro do Conselho Municipal de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, em 2010 fui membro do Conselho Municipal de Cultura, em 2011 ativei e presidi o Conselho Municipal de Juventude, fui secretário no Conselho Municipal de Esporte e Lazer, membro do Conselho Municipal de Educação e em 2012 fui membro do Conselho da Cidade.

Agora, dentro do PT, junto ao companheiro Marcelo Prata, luto pela criação do Conselho Municipal de combate à discriminação LGBT. E, inclusive por ter organizado e participado de diversas conferências e fóruns, sou um defensor destes mecanismos de participação e controle social.

Em uma democracia participação nunca é demais. Ouvir, dialogar, reavaliar e agir é fundamental. Um governo não deve ser algo fechado e estático, mas algo que acompanha a vontade popular e consolida suas expectativas. Inclusive é por isso que o povo vai às ruas, vota ou se organiza.

O que me preocupa não é só a postura reacionária de muitos deputados, ou o ódio ao projeto de Política Nacional de Participação Social pelo simples fato dele ter sido criado pela presidenta Dilma. Mas sim que as pessoas só se tocaram que existem conselhos participativos agora, sem ao menos terem se importado em propor projetos, fiscalizar o poder público e lutar por voz durante todos estes anos.

Vamos esquecer as eleições e focar nos avanços, independente dá onde ele vier. Não existe ditadura com a participação do povo.