As forças do atraso não ser perpetuam em vão. Elas não se preocupam em construir, apenas em destruir sonhos e qualquer chance de transformação. Trabalham pelo passado, nunca pelo futuro e tentam contaminar aqueles inseguros com as grandes mudanças. Estes, também não sabem o que dizem, pois são movidos pelo medo, jamais pela esperança.
Ultimamente tenho conversando bastante com amigos e amigas jovens que se esforçam, se preparam, batalham e enfrentam diariamente as opiniões conservadoras quanto as suas capacidades. São jovens artistas, estudantes, atletas, militantes e trabalhadores que não se deixam abater. Pelo contrário, através de seus trabalhos, deixam um recado claro: "Não concordamos, acreditamos e podemos fazer".
Somos nós, que enfrentamos os confortáveis, os egoístas e os demagogos. Encaramos os frustrados, os tomados pelos interesses mesquinhos, ocultos pelo discurso sujo e desanimador - uma verborragia pela qual buscam garantir as suas posições, sejam pessoais, sociais, financeiras ou políticas.
Mas somos fortes, e se somos fortes, é porque não estamos só. Temos por trás os que sonham juntos conosco. Os que percebem a esperança vencer o medo e o avanço ser mais rápido que o retrocesso. Os que acreditam na juventude, os que nos fizeram, os que querem algo novo e nos encorajam a seguir em frente: as forças do futuro.
São pais e mães, tios e tias, amigos e amigas mais velhos, que compartilham sabedoria sem vaidades. Os que contribuem e compreendem o papel de cada geração pelo rumo da história. Com estes podemos contar, pois estes, continuam construindo, transformando e afirmando que nós podemos.
Jovens e mais velhos, juntos, cheios de vontades e prontos para o que é novo de verdade. Que a gente nos reconheça! Que a gente nunca recue!